Neste artigo, Luana Vilutis reflete sobre os alcances e desafios da Política Nacional de Cultura Viva (PNCV) e sua relação com a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), a partir dos debates do Fórum CRIE PP – Cultura e Desenvolvimento Regional. O texto revisita a trajetória da Cultura Viva, ressaltando o papel do território, o protagonismo comunitário e a importância da participação social. Ao discutir as novidades do segundo ciclo da PNAB, aponta caminhos para fortalecer um ecossistema cultural mais diverso, colaborativo e enraizado nas comunidades, reafirmando a cultura como direito e vetor de desenvolvimento territorial.
Neste artigo, Edemilson José do Vale (Sete) apresenta a importância dos Consórcios Públicos como instrumento estratégico para o desenvolvimento regional. A partir de fundamentos legais e exemplos práticos, o autor mostra como a cooperação entre municípios fortalece a gestão pública, otimiza recursos e amplia o alcance das políticas culturais e sociais. Mais do que um modelo administrativo, o consorciamento é apresentado como uma forma moderna e eficiente de governança colaborativa, capaz de gerar resultados concretos, promover sustentabilidade e transformar realidades locais por meio da união e da participação coletiva.
Neste artigo, Plínio Rattes discute o papel dos equipamentos culturais na Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), ressaltando que esses espaços devem ser vistos não apenas como infraestrutura, mas como lugares vivos de mediação, encontro e transformação social. A partir da Portaria MinC nº 217/2025, o autor destaca a importância da formação continuada de gestores culturais e da valorização das dinâmicas territoriais e comunitárias. Defende que investir em equipamentos é investir em cidadania, diversidade e no fortalecimento do ecossistema cultural brasileiro, com base na escuta, na cooperação e na gestão participativa.
Neste artigo, Kátia Costa apresenta uma análise sobre os avanços e desafios das políticas culturais brasileiras, com foco na Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) e no papel estratégico dos dados e pesquisas para o desenvolvimento cultural e regional. A partir da experiência do Observatório da Economia Criativa da Bahia (OBEC/UFBA), a autora destaca a importância da produção e sistematização de informações para subsidiar gestores públicos, fortalecer o pacto federativo e aprimorar o planejamento das ações culturais. O texto reafirma a PNAB como um marco de descentralização, participação e fortalecimento da institucionalidade da cultura no Brasil.
Neste artigo, Liana Crocco apresenta a experiência do Estado de São Paulo na consolidação de uma política de fomento cultural moderna, descentralizada e integrada ao desenvolvimento econômico e social. A partir do Programa de Ação Cultural (ProAC) e da criação do Fomento CultSP, a autora demonstra como a articulação entre recursos estaduais e federais — especialmente por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) — fortalece toda a cadeia produtiva da cultura. O texto destaca resultados concretos, como a ampliação do acesso, a valorização do trabalho artístico e a inovação na gestão pública, posicionando São Paulo como referência nacional.
Neste artigo, Mariana Sayad compartilha a experiência do Projeto Crie Políticas Públicas na construção de políticas culturais a partir dos municípios brasileiros. Atuando na base da gestão pública, o projeto oferece suporte técnico e metodológico especialmente às pequenas cidades, promovendo formação, planejamento e participação social. A autora destaca os desafios e aprendizados da implementação da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), da Cultura Viva e do fortalecimento do Sistema Municipal de Cultura, reafirmando a importância da capacitação, da escuta e da cooperação entre gestores e sociedade para consolidar políticas culturais contínuas e transformadoras.